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Halitose: otorrinolaringologista explica as principais causas do mau hálito e como combatê-lo 

A halitose é caracterizada pela alteração do hálito, desencadeando um odor desagradável. “O hálito é composto pelo ar expirado após a inspiração, provocado pelas trocas gasosas fisiológicas, associado as substâncias eliminadas por via pulmonar, através da expiração.” explica a médica otorrinolaringologista do Hospital de Clínicas (HC) de Passo Fundo, Dra. Thais Marques da Costa. 

Embora possa haver relação com desordens estomacais, a otorrinolaringologista esclarece que, na maioria dos casos, a halitose possui origem na cavidade bucal. “A halitose é alteração do hálito que o torna desagradável, podendo ser percebido por um gosto ruim e/ou um odor desagradável exalado pela boca. Esse odor está relacionado na maior parte dos casos por decomposição de substâncias orgânicas, por ação das bactérias na cavidade oral. Mas, pode haver outras causas implicadas também.” ressalta.

A higiene bucal inadequada pode agravar o problema, favorecendo a concentração de resíduos na região. “A maior causa de halitose são alterações intraorais. As demais causas podem estar relacionadas as vias aéreas superiores ou inferiores, digestivas, metabólicas e exógenas alimentares e não alimentares. Além disso, é importante reconhecer a halitose fisiológica, que surge ao acordar e desaparece após o ato de comer e escovar os dentes e a pseudo-halitose, a qual consiste em uma halitose imaginária, ou seja, o paciente não a possui verdadeiramente.” pontua a otorrinolaringologista do HC, Dra. Thais Costa. Além do impacto na saúde, o mau hálito também está associado, muitas vezes, a constrangimentos sociais. “A halitose tem amplo impacto social e econômico. Pacientes que sofrem de mau hálito enfrentam constrangimentos em sua vida social.” complementa. 

O mau hálito pode também indicar outros problemas no organismo. Por isso, é fundamental determinar a causa do odor, sendo em alguns casos necessária a avaliação de especialistas de diferentes áreas “O paciente dever ser submetido a uma investigação detalhada, incluindo hábitos alimentares, de higiene oral, histórico médico e odontológico. O tratamento deverá ser realizado conforme as causas encontradas em cada caso.” explica Dra. Thais Costa, que também é membro da Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia.

A otorrinolaringologista do HC relaciona algumas recomendações para evitar a halitose:

– Aumento da ingesta de água;

– Adequada mastigação;

– Dieta fracionada (evitar jejuns prolongados);

– Dieta rica em fibras;

– Boa higienização oral;

– Evitar substâncias que podem causar halitose como álcool e cigarro;

– Acompanhamento odontológico regular;

Natieli Batistela
Comunicação Social/ Assessoria de Imprensa / Social Media

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