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PF faz operação em empresa de criptomoedas de Novo Hamburgo que atuava sem a autorização do Banco Central

Por G1 RS

 

 

Polícia Federal cumpre mandados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. — Foto: Polícia Federal/DivulgaçãoPolícia Federal cumpre mandados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Polícia Federal cumpre mandados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. — Foto: Polícia Federal/Divulgação

A Polícia Federal e a Receita Federal realizam uma operação, na manhã desta terça-feira (21), contra um grupo que captava recursos de terceiros, sem a autorização do Banco Central, e investia no mercado de criptomoedas. De acordo com a investigação, a empresa tem sede em Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

Estão sendo cumpridos 10 mandados de prisão preventiva e 25 de busca e apreensão em Porto Alegre, Novo Hamburgo, Esteio, Estância Velha e Campo Bom, além de Laguna e Florianópolis, em Santa Catarina e em São Paulo.

Também foram expedidas ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros em nome de pessoas físicas e jurídicas, de dezenas de imóveis e a apreensão de veículos de luxo, segundo a polícia.

O inquérito policial foi instaurado em janeiro de 2019. Segundo a investigação, ao captar o investimento, a empresa assumia o compromisso de retorno de 15%, ao menos, no primeiro mês de aplicação.

Conforme a Receita Federal, uma das contas da empresa teria recebido créditos de mais de R$ 700 milhões entre agosto de 2018 e fevereiro de 2019.

Os policiais descobriram ainda que os sócios da instituição financeira tinham alto ganho patrimonial, passando de menos de R$ 100 mil para dezenas de milhões de reais em cerca de um ano.

Além dos crimes de operação de instituição financeira sem autorização legal, gestão fraudulenta, apropriação indébita financeira, lavagem de dinheiro e organização criminosa, o inquérito apura o envolvimento de pessoas que teriam tentado obter informações sigilosas da investigação e que foram identificadas.

 

Conforme a Receita Federal, uma das contas da empresa teria recebido créditos de mais de R$ 700 milhões entre agosto de 2018 e fevereiro de 2019. — Foto: Polícia Federal/DivulgaçãoConforme a Receita Federal, uma das contas da empresa teria recebido créditos de mais de R$ 700 milhões entre agosto de 2018 e fevereiro de 2019. — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Conforme a Receita Federal, uma das contas da empresa teria recebido créditos de mais de R$ 700 milhões entre agosto de 2018 e fevereiro de 2019. — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Fonte: G1